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Home » Nathália Geraldo

Por | 31.mai.2011

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Os interessados em participar do 44º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem apenas um mês para realizar a inscrição da produção. Organizado pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o Festival de Brasília é um dos mais tradicionais do circuito cinematográfico, mas, nesta edição, apresenta algumas mudanças: para competir, não é mais necessário que o filme seja inédito. Também houve alteração no período de exibições, que em 2011 acontecem entre 26 de setembro e 3 de outubro.

As mostras competitivas estão divididas em filmes de longa-metragem, curta-metragem e animação. A programação ainda terá seminários, Festival nas cidades-satélites, lançamentos de livros e DVDs, Mostra Brasília e Mostra Mosaico.

Outra novidade é que o prêmio para Melhor Filme (longa), entregue junto com o concorrido Troféu Candango, aumentou de R$ 80 mil para R$ 250 mil.

Por | 17.mai.2011

Os cineastas paulistanos Marco Dutra e Juliana Rojas tiveram os esforços mais do que compensados. Ontem, a dupla exibiu seu primeiro longa-metragem, “Trabalhar cansa”, no Festival de Cannes, que teve início na quarta-feira passada (11). O filme está na mostra Um certo olhar com mais 20 produções, e é o único representante nacional na competição.

Com uma proposta simples, o filme conta a história de uma mãe (Helena Albergaria) que resolve montar seu próprio negócio: uma mercearia. A partir dai, a convivência entre ela e a família sofre muitas mudanças.

Outros filmes brasileiros serão apresentados em mostras paralelas, como o Duelo antes da noite, de Alice Furtado, e O Abismo prateado, do diretor Karim Ainouz.

Na Semana da Crítica, será exibido o curta de 13 minutos “Permanências”, realizado por Ricardo Alves Junior, e na Short Film Corner, o curta ”Sobre o Menino do Rio” de Felipe Joffily.

A 64ª edição do Festival de Cannes vai até 22 de maio.

Por | 10.mai.2011

logo-curta-santosA 9ª edição do Curta Santos – Festival Santista de Curtas Metragens – recebe inscrições até o dia 17 de junho para quatro categorias: Olhar Brasilis, Videoclipe Brasilis, Olhar Caiçara e Videoclipe Caiçara. Os vídeos devem ter até 20 minutos e a ficha de inscrição deve ser preenchida pelo site.

Entre as novidades desta edição, estão o retorno das mostras competitivas em âmbito nacional (Olhar Brasilis e Videoclipe Brasilis) e a exibição de produções sobre sustentabilidade (a preocupação com o meio ambiente é estampada até na cor do material de divulgação, verde).

Além disso, o festival acerta em cheio com o tema “Para todas as mulheres do mundo”, homenageando as mulheres que fizeram e fazem a sétima arte no Brasil representadas pela cineasta Laís Bodanzky.

Laís é uma diretora que estreou de maneira irretocável com “Bicho de sete cabeças” (2001) e dirigiu outros dois ótimos filmes, que já a colocam em destaque no cinema brasileiro: “Chega de saudade” (2008) , em que retrata os bailes de dança de salão e, especialmente, a terceira idade, e o “As melhores coisas do mundo” (2011), longa adolescente com um roteiro impecável e cuidadoso. (ok, sou fã da Laís)

Serão cinco dias de programação gratuita, entre os dias 13 e 17 de setembro, com oficinas, palestras, conversas e aquelas festas que já são de praxe do Curta Santos.

Mais informações pelo @curtasantos e pelo facebook.com/curta.santos.

Por | 04.mai.2011

“A solidão é meu cigarro”, já dizia Zeca Baleiro. Em Natimorto, filme do diretor Paulo Machline rodado em 2009 e que estreiou na última sexta-feira, o trecho da música parece ser o mote de toda a história, apenas com a diferença de que a solidão é a dois.

Com tom de tensão e conflito bem carregado, o diretor leva às telas a atriz Simone Spoladore, que interpreta uma cantora, e o autor do livro que inspirou o longa, Lourenço Mutarelli,  que já havia adaptado outro livro para o indigesto O Cheiro do Ralo.

Diálogos arrastados e um tanto literários dão espaço para o público refletir sobre o equilíbrio, a dependência entre as pessoas e a degradação. Um drama com todas as letras e ruídos.

Um agente musical (Lourenço Mutarelli) tem costumes, no mínimo, intrigantes. Fumante compulsivo, vê as imagens antitabagistas dos maços de cigarro como cartas de tarô que definem o futuro. Às voltas com o fim do casamento, infeliz e sem perspectivas, ele conhece uma cantora (Simone Spoladore) e propõe viver com ela em um quarto de hotel até o fim da vida. O cigarro e a convivência são os temas centrais das vãs filosofias que o agente e a cantora discutem.
Elenco: Lourenço Mutarelli, Simone Spoladore, Betty Gofman.

Por | 26.abr.2011

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O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio de Janeiro recebe, a partir de hoje, a mostra Cinema Brasileiro – anos 2000, 10 questões.

Além de sessões com os longas produzidos de 2001 a 2010, a programação conta com debates sobre as 10 questões mais relevantes do cinema nacional, entre elas, “qual é a imagem do Brasil lá fora”, “que gêneros são nossos” e “subjetividade: modo ou moda?”.

Essa é a hora de analisar a produção da Retomada, quais foram os principais ingredientes para esse fomento, e o que isso reflete na sociedade brasileira e na forma do Brasil ver sua própria arte.

No Rio, a programação vai até 8 de maio. Hoje, serão exibidos os filmes ”Redentor”, às 13h30, “Baixio das Bestas”, às 16h e “O Signo do Caos”, às 18h. Com o Cinepasse (R$ 6), o público pode assistir a todas as sessões do projeto.

Com a curadoria de Eduardo Valente, Cléber Eduardo e João Luiz Vieira, a mostra também acontece na sede da CCBB de São Paulo até dia 1° de maio. Amanhã, por exemplo, tem ”Serras da desordem” às 13h, “A concepção” às 15h30 e “Jean Charles”, às 17h30. Para participar, basta chegar com uma hora de antecedência e retirar os ingressos.

O CCBB Rio de Janeiro fica na Rua Primeiro de Março, 66, Centro.

Em São Paulo, a sede é na Rua Álvares Penteado, 112, Centro.

Programação completa SP e RJ aqui. (vale a pena vasculhar o site do projeto e já fazer uma lista de títulos para assistir)

Por | 23.abr.2011

A Cinemateca brasileira realiza, a partir de 26 de abril, uma mostra em homenagem à escritora Lygia Fagundes Telles, que completou 88 anos na última terça-feira (19).

Na programação, filmes selecionados por Lygia, como “O poderoso chefão”, “E o vento levou” e “O último tango em Paris”, e longas baseados em suas obras.

Destaque para “As meninas”, produção homônima ao livro publicado em 1973 e premiado em 1974 com um Jabuti. No longa, Drica Moraes, Adriane Esteves e Claudia Liz são três jovens que se conhecem em um pensionato em São Paulo durante a ditadura militar e se tornam muito próximas, apesar das diferentes personalidades.

A mostra ainda tem o documentário “Lygia por Lygia”, produzido por Paulo Markun e Ricardo Elias em 2009, com depoimentos e situações da vida da escritora interpretadas por atores.

A homenagem vai até 15 de maio. Todas as sessões acontecem na Cinemateca, que fica no Largo Senador Raul Cardoso, 207 (próximo ao Metrô Vila Mariana), em São Paulo. Ingressos custam R$ 8, e estudante paga meia.

Confira a programação completa aqui.

Por | 21.abr.2011

“Me orgulho de ter feito um filme que mostra mais abraço que tiroteio.”
Jeferson De, diretor de Bróder, em entrevista à Revista Época São Paulo

Contrariando as previsões de que todo filme nacional segue a linha “É sangue? Bota no ar!”, Bróder estreia hoje enchendo de orgulho o diretor Jeferson De.
O primeiro longa-metragem de Jeferson se passa no Capão Redondo, periferia de São Paulo, e já foi apresentado no Festival de Berlim 2010. Além disso, levou cinco prêmios no Festival de Gramado, incluindo o de Melhor Filme, e quatro no Festival de Paulínia.

As discussões em torno de Bróder começaram logo no início das filmagens, há cerca de dois anos, quando Caio Blat foi anunciado como protagonista. Entidades e organizações do movimento negro, e até a imprensa, chegaram a questionar a escolha de um ator branco para interpretar Macu (referência à Macunaíma, o herói sem caráter).
O próprio ator também se envolveu em uma situação, no mínimo, polêmica. Com a cabeça raspada para viver o personagem, Caio Blat foi à mídia contar que foi vítima de preconceito ao ser expulso de um restaurante paulistano por um garçom que achou que ele iria assaltar o estabelecimento.

Acima de todos esses ‘causos’, é válido saber que Caio Blat fez laboratório para compor o personagem in loco, alugando uma casa no Capão durante as gravações e até comprando um Fusca para circular por lá.

Bróder conta a história de três amigos moradores do Capão Redondo que seguem rumos diferentes na vida. Macu (Caio Blat) se envolve com o crime e não consegue sair do bairro. Jaiminho (Jonathan Haagensen) se tornou um famoso jogador de futebol e Pibe (Sílvio Guindane) é um mediano corretor de seguros. No aniversário de Macu, os três se encontram e põem em xeque a amizade de infância e as próprias vidas.

Com Caio Blat, Jonathan Haagensen, Sílvio Guindane, Cássia Kiss, Ailton Graça, Zezé Motta.

Por | 20.abr.2011

Quem segue o @bmazzeo no Twitter já sabe quase tudo do filme Cilada.com. Desde o ano passado, o roteirista e ator tuitava cada detalhe das gravações; avisou, por exemplo, que teria participações da humorista Dani Calabresa e da atriz Fabiula Nascimento, explicou milhares de vezes que o sitcom (apresentado no Multishow e, depois, no Fantástico) tinha acabado, e até chegou a anunciar a data de lançamento do longa para o dia 21 de abril. Nestes últimos meses, Bruno Mazzeo não falou mais do Cilada.com. Só hoje que vieram novas informações sobre o longa, que foi confirmado para 8 de julho.

O trailer oficial do filme também foi divulgado.

Bruno (Bruno Mazzeo) trai a namorada Fernanda (Fernanda Paes Leme) e vê sua reputação ir para o lixo com um vídeo comprometedor divulgado no YouTube. Nas tentativas de recuperar sua dignidade, é claro, acaba tendo que passar por uma série de ciladas.

O filme de José Alvarenga Jr, com produção de Augusto Casé, é, sem sombra de dúvidas, uma versão estendida do Cilada e bastante atual por relacionar tecnologia às relações do dia-a-dia. Além disso, é um gênero bem aceito no cinema nacional, já que comédia quase sempre agrada gregos e troianos.

Com Bruno Mazzeo, Fernanda Paes Leme, Fúlvio Stefanini Carol Castro, Fabiula Nascimento, Serjão Loroza, além de participações especiais de Marcos Caruso, Luis Miranda, Débora Lamm, Alexandre Nero, Karla Karenina, Dani Calabresa, Milhem Cortaz, Rita Elmôr, Fernando Caruso e muitos outros.

Por | 20.abr.2011

Trailer de "O Homem do Futuro" com Wagner Moura

Com previsão de estreia para 2 de setembro, o filme “O Homem do Futuro” teve o trailer divulgado ontem (19), alguns dias após a primeira exibição no 4º Show de Inverno de Campos do Jordão.

Se comédias românticas hollywoodianas ficam na cabeça como se fossem um grande e único roteiro, com olhares apaixonados, brigas, reconciliação e situações engraçadas repetidas à exaustão, Claudio Torres traz mais um elemento para o seu próximo longa açucarado: ficção científica.

O diretor de “Redentor”, “A Mulher do meu Amigo” e “A Mulher Invisível” apresenta referências do cinema “espacial”, apontando Stanley Kubrick e a aura futurista dos anos 60, quando nasceu, como fontes de inspiração. Deve ser por isso que, para contar a história de “O homem do futuro”, não faltam o cientista, uma máquina do tempo e um amor que tenta resistir às décadas passadas.

O cientista Zero (Wagner Moura) é tão genial quanto arrogante. Prestes a ser demitido, coloca para funcionar um acelerador de partículas que, na verdade, é uma máquina do tempo. Assim, Zero volta ao passado e tenta refazer sua história, marcada por uma situação de constrangimento na faculdade e pela dificuldade de conquistar Helena (Alinne Moraes).

Direção de Claudio Torres. No elenco, Wagner Moura, Alinne Moraes, Gabriel Braga Nunes, Maria Luísa Mendonça.











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