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Por | 15.fev.2012

Encerrando as exibições da Mostra Carnaval – que acontece desde 6 de fevereiro, sempre às 18h30 – o Canal Brasil apresenta hoje o filme “Ó Paí,  Ó”.

Com a dupla Lázaro Ramos e Wagner Moura em uma de suas melhores atuações, o filme conta a história de personagens do cotidiano de Salvador durante o Carnaval. No tabuleiro das baianas, são colocadas questões como hipocrisia, racismo, desigualdade social e o controverso banditismo por uma questão de classe, que Chico Science nos falava.

A trilha sonora é um dos destaques, já que o filme é classificado muitas vezes como uma comédia musical. Mas como a alegria do brasileiro é meio triste, o longa tem cenas mais indigestas do que cômicas.

Essa é uma das melhores de Ó Paí, Ó e do cinema nacional.

 

Com direção de Monique Gardenber, Ó Paí, Ó foi lançado em 2007, baseado na peça homônima do grupo de teatro Olodum, e rendeu até seriado, veiculado em 2009 pela TV Globo. No elenco, Wagner Moura, Lázaro Ramos, Emanuelle Araújo, Dira Paes e Stênio Garcia.  Na trilha sonora, artistas como Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Chiclete com Banana, Dorival Caymmi,  Novos Baianos e  Olodum.

Amanhã (16/02), a Mostra se encerra com o curta-metragem “Conversa de Botequim”. De Luiz Carlos Lacerda, o documentário é de 1972 e conta a história de João da Baiana, sambista que introduziu o instrumento pandeiro ao ritmo.

Por | 13.fev.2012

O Portal Universia Brasil reuniu 20 livros sobre o cinema nacional para serem baixados gratuitamente em PDF.

Entre as obras, estão biografias de cineastas, roteiros de filmes e críticas.  Destaque para o roteiro de Salve Geral, de Sérgio Rezende, e Quanto vale ou é por quilo?, de Sérgio Bianchi.

Os livros fazem parte da coleção Aplauso, criada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, que ainda conta com obras sobre teatro, TV e música.

Confira a lista completa das obras sobre o cinema brasileiro.

Por | 07.fev.2012

O Festival de Cinema de Futebol – CineFOOT recebe inscrições até 1º de março. Serão aceitas produções nacionais e internacionais que tenham como tema “Futebol” e estejam finalizadas no momento da inscrição.

As exibições são gratuitas e acontecem de 24 a 29 de maio no Rio de Janeiro e de 31 de maio a 3 de junho em São Paulo . Na edição passada, o Festival apresentou mais de 20 filmes no Unibanco Artexplex da Praia do Botagofo e no Museu do Futebol (estádio Pacaembu).

Os vencedores das categorias Melhor Curta-Metragem e Melhor Longa-Metragem serão escolhidos pelo público e receberão um troféu do CINEFoot.

Por | 04.fev.2012

Em tempos em que Chico Buarque dá o nó em produtores para liberar a remontagem da peça “Roda Viva”, visita-se o passado por outras vias. Na próxima segunda-feira, abrindo a Semana de Orientação, a Academia Internacional de Cinema, em SP, exibe o filme “Cabra-Cega”, de Toni Venturi.


 
O filme se passa em 1971, três anos após a estreia polêmica e violenta da peça de Chico Buarque. Em cena, atores foram espancados e humilhados pelo Comando de Caça aos Comunistas. Poucos meses depois, decreto do AI-5.

Repressão, ditadura militar, luta armada revolucionária. Em “Cabra-Cega”, Tiago (Leonardo Medeiros) é um militante esquerdista , que foi atingido por um tiro e precisou se afastar do grupo para se recuperar. O esconderijo escolhido é a casa de Pedro (Michel Bercovitch), um arquiteto simpatizante da causa.

Angustiado, Tiago divide suas utopias e questionamentos com Rosa (Débora Duboc), também revolucionária e único contato que tem com o mundo externo.

Um herói esquerdista tipicamente em conflito, personagem ideal para julgamentos e análises de comportamento. Com a câmera na mão, o diretor intensifica as sensações de thriller, quando Tiago se sente perseguido mesmo trancado em um apartamento.

Na trilha sonora, pelo menos uma parte de Chico, também herói esquerdista, está presente: o autor de Roda Viva divide as vozes com Fernanda Porto.

(E Chico, deixe de censura. Que te custa deixar que mais uma parte da história seja lembrada…)

A Semana de Orientação da Academia Internacional de Cinema acontece de 6 a 10 de fevereiro. Abertura com o filme Cabra-Cega, às 17 horas, e conversa com o ator Leonardo Medeiros às 19h30. Outro destaque é o encerramento com palestra de José Wilker sobre Produção, Direção e Atuação no cinema brasileiro: evolução histórica.

Para participar, envie nome, telefone e a palestra que deseja assistir para o e-mail: rsvp@aicinema.com.br

A Academia fica na Rua Dr. Gabriel dos Santos, 142, Higienopolis, São Paulo.

Por | 29.jan.2012

Com previsões de estreia até outubro, o cinema brasileiro em 2012 vai ter cara, voz e muitas personalidades.

Neste ano, pipocam produções biográficas, destacando homenagens a artistas, bandas e até jogadores de futebol.

O longa Heleno – O príncipe maldito é o primeiro da lista, com lançamento previsto para 16 de março. O filme trata da vida de Heleno de Freitas, jogador de futebol do Botafogo na década de 40, que brilhava nos campos, mas era considerado “craque-problema”. Tanto que sua trajetória de polêmicas e atitudes explosivas se encerrou devido a uma doença, a sífilis, decorrente de sua vida desregrada.

O atleta é interpretado por Rodrigo Santoro – premiado como Melhor Ator no Festival de Havana do ano passado – que buscou se assemelhar a Heleno tanto fisicamente quanto na técnica do futebol.

Direção de João Henrique Fonseca.  Produção inspirada no livro “Nunca houve um homem como Heleno”, do jornalista Marcos Eduardo Neves. No elenco, Rodrigo Santoro, Duda Ribeiro, Alinne Moraes, Henrique Juliano, Orã Figueiredo, Angie Cepeda, Herson Capri, Othon Bastos

Ainda em março, no dia 23, as salas de cinema de todo país serão tomadas pelos malucos beleza que admiram, reverenciam ou somente querem saber mais sobre O início, o fim e o meio de Raul Seixas.

Em formato documentário, o roqueiro recebe a homenagem do diretor Walter Carvalho, com depoimentos de amigos, como Paulo Coelho e Pedro Bial, familiares e produtores.

Assista ao trailer:


 

No segundo semestre, é a vez da cinebiografia Somos tão jovens, com previsão de estreia para 20 de julho.

O longa já entra o ano com expectativa do público, que aguarda para ver a caracterização de Thiago Mendonça como Renato Russo. A história trata da vida do líder do Legião Urbana desde quando ele era somente mais um jovem do fim da década de 70 até sua transformação em um porta-voz da geração.

Direção de Antonio Carlos da Fontoura. No elenco, Thiago Medonça, Sandra Corveloni, Marcos Breda, Laila Zaid, Bianca Comparato.

Em outubro, mas ainda sem data definida, é esperado o lançamento do filme Gonzaga – De pai para filho. Do diretor Breno Silveira (Dois filhos de Francisco), o longa começou a ser rodado em dezembro do ano passado, em Recife.

Por | 02.dez.2011

O longa-metragem  ”A cadeira do pai” foi selecionado para participar do Festival Sundance 2012, que acontece de 19 a 29 de janeiro em Park City, nos Estados Unidos.  Estreia do diretor Luciano Moura nas telonas, o filme tem roteiro do próprio diretor e de Elena Soarez (Nome próprio, Os desafinados, Redentor).

Wagner Moura está no papel principal ao lado de Mariana Lima e Lima Duarte. O drama tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2012.

Sundance - Maior festival de filmes independentes dos Estados Unidos, premia documentários e longa-metragens de vários países exibidos em circuitos independentes.

Em “A cadeira do pai” , Theo Gadelha (Wagner Moura) é casado com Branca (Mariana Lima) e é pai de Pedro (Brás Antunes). Vindo de uma família tradicional de São Paulo, Theo passa a analisar suas relações familiares quando sua mulher pede divórcio e seu filho some de casa no dia do aniversário de 15 anos. Entre os questionamentos, Theo revê seu passado com o pai (Lima Duarte), que foi ausente durante toda a sua vida. 

Por | 25.out.2011

marcelo-yuka

“Paz sem voz não é paz é medo”. Essa é uma das frases que resumem a densidade do discurso de Marcelo Yuka, personagem central de uma história sem bom-mocismo ou revolta, mas que tem muito a ensinar para a sociedade.

Há mais ou menos duas semanas, na iminência da volta d’O Rappa aos palcos, Yuka resolveu dar voz a si mesmo no documentário Marcelo Yuka no Caminho das Setas. E como em muitos outros momentos em que conta sobre sua vida, o músico diz sem medo de julgamentos e preconceitos.

O ex-baterista da banda, que ficou paraplégico em 2000 após levar nove tiros em um assalto, era a cabeça criativa e o líder d’O Rappa, e projetou o grupo na música brasileira com sucessos como Me Deixa, Rodo Cotidiano e a citada Minha Alma (A paz que eu não quero).

Por questões de dinheiro e porcentagens de direitos autorais, Yuka se desligou da banda, mas deixou registrados, e ainda deixa, seus questionamentos sobre a justiça social, a política e a sociedade brasileira.

No documentário, dirigido por Daniela Broitman, o músico e os ex-parceiros de banda expõem opiniões sobre a separação que, definitivamente, fincou um marco na carreira d’O Rappa e do próprio Yuka.

Mais do que isso, o filme mostra como o baterista encarou a “falta de paz” causada pelo acidente, lutando por acessibilidade para os deficientes físicos e levantando debates sobre a segurança pública no Brasil.

Marcelo Yuka no Caminho das Setas estreou no Festival do Rio na Mostra Competitiva da Première Brasil e ganhou o prêmio de melhor montagem para Jordana Berg.

Em São Paulo, foi selecionado para a 35ª Mostra Internacional de Cinema e tem duas exibições:

Sábado, 29 de outubro – 00h20

UNIBANCO ARTEPLEX 3 (Rua Frei Caneca, 569 -Shopping Frei Caneca – 3ºpiso)

Segunda, 31 de outubro – 14 horas

RESERVA CULTURAL 1 (Avenida Paulista, 900, Térreo Baixo, Bela Vista)

O documentário ainda não está em circuito comercial. Confira o trailer:

Direção e roteiro de Daniela Broitman com fotografia de Reynaldo Zangrandi, montagem de Jordana Berg e trilha sonora de Berna Ceppas.

Por | 23.out.2011

o-filme-dos-espiritos

O Livro dos Espíritos é uma obra escrita por Allan Kardec no século XIX. Base de diversos grupos de estudo da doutrina espírita, nasceu na França mas, inegavelmente, se tornou livro de cabeceira de muitos brasileiros, reforçando a constatação de que o país é um dos alicerces do pensamento espírita no mundo.

Talvez por esse histórico, O Filme dos Espíritos possa ser visto como uma tentativa insípida de homenagear a obra de Kardec, caindo na frágil argumentação de que o tema dá grandes escalas de liberdade poética para o tratamento da história.
No longa-metragem de André Marouço e Michel Dubret, a morte, a vida, o que há além dela e como as pessoas lidam com isso são assuntos pontuais e dispersos em diversos enredos.

O Filme dos Espíritos foi costurado por meio da seleção de oito curta-metragens realizada pela produtora Mundo Maior Filmes, ligada à Fundação Espírita André Luiz e responsável por alguns meios de comunicação com caráter educativo e espírita. Por ser um projeto em que cada história tem argumento isolado, a tarefa de integrar personagens e situações se tornou aparentemente complicada de ser cumprida.

Na história que parece ser a central, Bruno Alves (Reinaldo Rodrigues) é um psiquiatra que ficou viúvo e vê o suicídio como resposta para seu desespero. O sentido da tragédia se inverte quando Bruno cruza com muitas pessoas, bastante aleatórias, que trazem questionamentos filosóficos sobre o rumo que ele está tomando.

Entre as passagens, encontra Levy (Nelson Xavier) que também é psiquiatra e atende pacientes nas Casas André Luiz, uma entidade assistencial que realmente existe e faz parte da Fundação.

O drama se desenrola com destaque para esses dois personagens, mas nem mesmo essa relação quase paternal entre Levy e Bruno faz do filme mais intenso.

Tudo é muito raso, desde as falas sobre a doutrina espírita às cenas em que se sugere comunicação entre os vivos e os mortos. Há poucos momentos emocionantes no longa, muito diferente da sensibilização que outros filmes, como Chico Xavier e Nosso Lar, geraram no público.

Diante de uma trama confusa, o público se detém às frases de efeito diluídas em cada história e à participação especial, porém pouco proveitosa, de Luciana Gimenez (madastra de Bruno).

É inegável perceber que não se considerou nem a profundidade e riqueza de O Livro dos Espíritos nem a linguagem fluida e educativa que um filme desses poderia ter.

O Filme dos Espíritos tem direção de André Marouço e Michel Dubret. Roteiro de André Marouço. No elenco, Reinaldo Rodrigues, Nelson Xavier, Ana Rosa, Briza Menezes, Alethéa Miranda, Ênio Gonçalves.
Participações especiais: Etty Fraser, Sandra Corveloni, Luciana Gimenez

Por | 12.out.2011

Já é meio de praxe prestar atenção no letreiro inicial dos filmes nacionais para saber qual é a distribuidora, quem patrocinou, quem são os produtores. De uns tempos para cá, esses nomes têm sido cada vez mais plurais, revezando entre empresas de destaque no mercado cinematográfico como Conspiração Filmes, Lereby, Mobz, Morena Filmes, O2 Filmes, Vinny Filmes e Zazen Produções.

Agora, essas sete produtoras anunciaram uma nova estratégia de mercado para a distribuição de filmes brasileiros.

Ontem (11), o Festival do Rio foi palco para o lançamento da NOSSA Distribuidora, uma ideia que promete gerar mais oportunidades e competitividade nas bilheterias nacionais. A estratégia da associação, que funcionará como uma prestadora de serviços, é dar mais autonomia de ação aos produtores, visto que serão reduzidos os custos de transação e comercialização.

Com esse modelo alternativo, a produção do filme terá mais controle e participação no lucro gerado pela bilheteria, como explica o diretor José Padilha, da Zazen, em entrevista a UOL. 
“A gente está considerando a distribuição como um serviço. A NOSSA Distribuidora não vai investir recursos P&A (Prints and Advertising), vai fazer o planejamento de marketing para lançar os filmes e vai fazer toda a operação de distribuição, cobrança dos exibidores e o dinheiro vai direto para a conta do produtor. Agora o produtor vai ter que comparar o potencial do filme se gera lucro e quanto o filme custa para calcular se vale a pena fazer esse filme ou não”.

Para o início da NOSSA Distribuidora, já estão previstos 20 longas nacionais e 30 estrangeiros. O primeiro será Paraísos Artificiais de Marcos Prado e produção de José Padilha, com lançamento em janeiro de 2012.

 

Por | 20.set.2011

Tropa de Elite 2

Tropa de Elite 2, o filme de maior sucesso na história cinematográfica do Brasil, foi o escolhido para representar o país na categoria Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2012.

O longa de José Padilha, que atraiu 11 milhões de espectadores às salas de cinema, superou a marca de bilheterias de “Dona Flor e seus dois maridos” (1976), que havia registrado público de 10,7 milhões de pessoas.

É, incontestavelmente, um filme que conseguiu gerar debates, pensamentos e bordões na sociedade brasileira. Com a figura do capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura, Padilha conseguiu tratar de temas como corrupção, educação e desigualdade social.

A escolha foi divulgada pela comissão do Ministério da Cultura composta pela secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Dourado Santana; pelo presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco; pelo ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza; e pelos representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello.

Por | 18.set.2011

Saiu agora pouco a lista dos vencedores do Curta Santos nas categorias Olhar Brasilis, Olhar Caiçara, Videoclipe Brasilis e Videoclipe Caiçara.

O anúncio aconteceu durante a festa de encerramento do Festival, que reuniu mais de 3 mil pessoas na Quadra da Escola de Samba União Imperial, em Santos.

A organização premiou os quesitos Filme, Diretor, Ator, Atriz, Roteiro, Fotografia, Som, e, para os videoclipes, Melhor videoclipe, Performance e Direção.

Além disso, houve premiação especial do júri nas mostras competitivas Olhar Brasilis e Olhar Caiçara.

Confira a lista completa dos vencedores:

Olhar Brasilis

Filme: “O céu no andar de baixo” (ficção) e “A dama do Peixoto” (documentário)

Diretor: Claudio Marques e Marília Huges, “Carreto”; Daniel Ribeiro, “Eu não quero voltar sozinho”

Ator: Luri Saraiva e Sérgio Sartório, “A menor distância entre dois pontos”

Atriz: Eloína Duvoision Ferreira, “A Fábrica”

Roteiro: Bruno Nina e Elias Guerra, “A menor distância entre dois pontos”

Fotografia: André Chesini, “‘A Fábrica”

Som: Matheus Dantas, “Carreto”

Prêmio especial do júri: “Braxília”

Olhar Caiçara

Filme: “Iolanda e Xico” (ficção) e “Aloha” (documentário)

Diretor:  Marco T. Alves, “Drama de um Cotidiano Real”

Ator: Eduardo Chagas, “Ulisses”

Atriz: Carolina Monnet e Gláucia Franchi, “A janela poética”

Roteiro: Marco T. Alves, “Drama de um Cotidiano Real”

Fotografia:  Maurício Jordy e Fabrício Valverde, “Do Porque ou Para Que Contar Histórias”

Montagem: Waltuir Alves, “Iolanda & Xico”

Som: Pedro Moreira, “BNH 001″

Prêmio especial do Júri: “Funcionário Zumbi”

Videoclipe Brasilis

Melhor videoclipe: “Planos”, banda Match

Performance: Jumbo Elektro, “Dylan sings Bowie” 

Diretor: Carlon Hardt, “Planos” 

Videoclipe Caiçara

Melhor videoclipe: “Dois copos d’água”, banda Zebra Zebra

Performance: Maguila, “Minha família”

Direção: Ricardo Santini e Kennedy Lui, “Dois copos d’água” 

Por | 13.set.2011

O Ministério da Cultura divulgou ontem a lista com os 15 filmes nacionais que se inscreveram para concorrer ao Oscar 2012 representando o Brasil na categoria Melhor Filme Estrangeiro.

Entre os nomes, há documentários como Histórias Reais de um Mentiroso VIPS Quebrando o Tabu, e blockbusters como Tropa de Elite 2 e Bruna Surfistinha.

O indicado será divulgado no dia 20 de setembro por uma Comissão Especial de Seleção.

Veja a lista completa:

*A Antropóloga, de Zeca Nunes Pires – Mundo Imaginário

*As mães de Chico Xavier, de Glauber Filho e Halder Gomes

*Assalto ao Banco Central, de Marcos Paulo

*Bruna Surfistinha, de Marcus Baldini

*Estamos Juntos, de Toni Venturi

*Família Vende Tudo, de Alain Fresnot

*Federal, de Erik de Castro

*Filme Vips, de Toniko Melo

*Histórias Reais de um Mentiroso VIPS, de Mariana Caltabiano

*Lope, de Andrucha Waddington

*Malu de Bicicleta, de Flávio Ramos Tambellini

*Mulatas! Um Tufão nos Quadris, de Walmor Pamplona

*Quebrando o Tabu, de Fernando Grostein Andrade

*Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra

*Tropa de Elite 2, de José Padilha











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