Foi ontem a cerimônia do equivalente brasileiro ao Oscar, o Prêmio da Academia Brasileira de Cinema. Quem não assistiu pela tv ou internet, pode ver aqui no blog o que rolou na festa.

Segue aqui a lista completa dos vencedores:

Curta-metragem de animação: “O menino que plantava invernos”, Victor Hugo Borges e “Juro que vi: o saci”, Humberto Avelar

Curta-metragem de ficção: “Superbarroco”, Renata Pinheiro

Curta-metragem de documentário: “De volta ao quarto 666″, Gustavo Spolidoro

Figurino: Marília Carneiro, por “Tempos de paz” 

Maquiagem: Martín Macias Trujillo

Direção de arte: Claudio Amaral Peixoto, por “Besouro”

Direção de Fotografia: Ricardo Della Rosa, por “À deriva”

Montagem de ficção: Paulo Sacramento, por “É proibido fumar”

Montagem de documentário: Karen Akerman, por “Simonal – ninguém sabe o duro que dei”

Efeitos visuais: Marcelo Siqueira, por “Besouro”

Som: Denilson Campos e Paulo Ricardo Nunes, por “Simonal – ninguém sabe o duro que dei”

Trilha sonora: Márcio Nigro, por “É proibido fumar”

Trilha sonora original: Berna Ceppas, por “Simonal – ninguém sabe o duro que dei”

Atriz coadjuvante: Denise Weinberg, por “Salve geral”

Ator coadjuvante: Chico Diaz, por “O contador de histórias”

Prêmio especial de preservação: Alice Gonzaga (escritora, pesquisadora, produtora, diretora e empresária do ramo cinematográfico)

Longa-metragem nacional de animação: “O grilo feliz e os insetos gigantes”, de Walbercy Ribas e Rafael Ribas

Longa-metragem infantil: “O grilo feliz e os insetos gigantes”, de Walbercy Ribas e Rafael Ribas

Longa-metragem estrangeiro: “Bastardos inglórios”, de Quentin Tarantino

Roteiro adaptado: Bosco Brasil, por “Tempos de paz”

Roteiro original: Anna Muylaert, por “É proibido fumar”

Prêmio especial: Anselmo Duarte (1920-2009)

Longa-metragem de documentário: “Simonal – ninguém sabe o duro que dei”, de Calvito Leal, Claudio Manoel e Micael Langer

Longa-metragem de ficção nacional (voto popular): “Se eu fosse você 2″, de Daniel Filho

Longa-metragem de ficção estrangeiro (voto popular): “Avatar”, de James Cameron

Melhor atriz: Lília Cabral, por “Divã”

Melhor ator: Tony Ramos, por “Se eu fosse você 2″

Melhor diretor: Anna Muylaert, por “É proibido fumar”

Melhor longa-metragem de ficção: “É proibido fumar”, de Anna Muylaert