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Por | 17.mai.2011

Os cineastas paulistanos Marco Dutra e Juliana Rojas tiveram os esforços mais do que compensados. Ontem, a dupla exibiu seu primeiro longa-metragem, “Trabalhar cansa”, no Festival de Cannes, que teve início na quarta-feira passada (11). O filme está na mostra Um certo olhar com mais 20 produções, e é o único representante nacional na competição.

Com uma proposta simples, o filme conta a história de uma mãe (Helena Albergaria) que resolve montar seu próprio negócio: uma mercearia. A partir dai, a convivência entre ela e a família sofre muitas mudanças.

Outros filmes brasileiros serão apresentados em mostras paralelas, como o Duelo antes da noite, de Alice Furtado, e O Abismo prateado, do diretor Karim Ainouz.

Na Semana da Crítica, será exibido o curta de 13 minutos “Permanências”, realizado por Ricardo Alves Junior, e na Short Film Corner, o curta ”Sobre o Menino do Rio” de Felipe Joffily.

A 64ª edição do Festival de Cannes vai até 22 de maio.

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Por | 12.mai.2011

Quem for conferir de perto a Virada Cultural Paulista, que acontece neste final de semana (dias 14 e 15 de maio) em diversas cidades do estado de São Paulo pode aproveitar o evento para realizar uma produção audiovisual!

O Festival do Minuto, o maior festival de vídeos da América Latina, vai receber vídeos de até 1 minuto com o registro de momentos curiosos, detalhes de alguma atração ou experiências vivenciados durante evento.

Os realizadores terão até o dia 31 de maio para enviar seus vídeos para o site e concorrer a R$3.000,00 em prêmios.

O concurso “Minuto na Virada Cultural Paulista” é uma realização conjunta do @festivalminuto e da @ViradaSP.

Para o cineasta e curador do festival, Marcelo Masagão, os vídeos-minuto da virada são uma forma de incentivar o olhar artístico dos participantes. “Qualquer um pode pegar um celular e filmar algo que ache interessante. É essa pluralidade que é interessante”.

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Por | 12.mai.2011

Este é o primeiro teaser liberado pelos produtores do documentário “Rock Brasília, Ninguém Segura Essa Utopia”.

A entrevista com Renato Russo é apenas um trecho do valioso arquivo pessoal de Vladimir Carvalho contendo oito horas de imagens nunca antes exibidas das bandas Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial, que surgiram em Brasília há mais de 20 anos e transformaram a cidade no palco do rock nacional.

No ano em que se celebra o aniversário de 50 anos de Brasília, Vladimir Carvalho narra o surgimento da cena roqueira da Capital Federal em meio aos últimos vestígios da ditadura militar. O filme costura o desenvolvimento da primeira manifestação cultural verdadeiramente brasiliense a conquistar o Brasil, através de imagens, sons e entrevistas com as bandas Legião Urbana, Plebe Rude Capital Inicial e Paralamas do Sucesso, realizadas desde 1988. Direção de Vladimir Carvalho e Produção de Marcus Ligocki.

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Por | 11.mai.2011

O documentário “Rock Brasília, Ninguém Segura Essa Utopia” idealizado e dirigido por Vladimir Carvalho, narra a história da cena musical da capital brasileira nos anos 80, através de imagens raras e depoimentos intimistas.

Em um trecho divulgado, vemos Carmem Manfredini, mãe de Renato Russo, falando sobre o momento em que o filho lhe revelou sua sexualidade.

Vladimir Carvalho conta que a ideia do filme surgiu em 1988, quando deparou-se com a influência do rock’n roll sobre os jovens da capital, em uma época em que a tensão da ditadura e outras aflições eram relatadas em letras de músicas das cerca de 200 bandas da cidade.

Entrevistas com Renato Russo, depoimentos de Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) e Philippe Seabra (Plebe Rude) e uma série de imagens emocionantes compõem este documentário co-produzido pelo Canal Brasil, num verdadeiro relato à juventude brasileira nos últimos anos.

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Por | 10.mai.2011

logo-curta-santosA 9ª edição do Curta Santos – Festival Santista de Curtas Metragens – recebe inscrições até o dia 17 de junho para quatro categorias: Olhar Brasilis, Videoclipe Brasilis, Olhar Caiçara e Videoclipe Caiçara. Os vídeos devem ter até 20 minutos e a ficha de inscrição deve ser preenchida pelo site.

Entre as novidades desta edição, estão o retorno das mostras competitivas em âmbito nacional (Olhar Brasilis e Videoclipe Brasilis) e a exibição de produções sobre sustentabilidade (a preocupação com o meio ambiente é estampada até na cor do material de divulgação, verde).

Além disso, o festival acerta em cheio com o tema “Para todas as mulheres do mundo”, homenageando as mulheres que fizeram e fazem a sétima arte no Brasil representadas pela cineasta Laís Bodanzky.

Laís é uma diretora que estreou de maneira irretocável com “Bicho de sete cabeças” (2001) e dirigiu outros dois ótimos filmes, que já a colocam em destaque no cinema brasileiro: “Chega de saudade” (2008) , em que retrata os bailes de dança de salão e, especialmente, a terceira idade, e o “As melhores coisas do mundo” (2011), longa adolescente com um roteiro impecável e cuidadoso. (ok, sou fã da Laís)

Serão cinco dias de programação gratuita, entre os dias 13 e 17 de setembro, com oficinas, palestras, conversas e aquelas festas que já são de praxe do Curta Santos.

Mais informações pelo @curtasantos e pelo facebook.com/curta.santos.

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Por | 09.mai.2011

Záz! As inscrições para o concurso “Anima Mundi Web & Cel 2011” ainda estão abertas.

Este concurso promovido pelo Anima Mundi é uma ótima oportunidade para animadores profissionais e amadores.

Podem ser inscritos trabalhos inéditos ou não, desenvolvidos em qualquer técnica de criação quadro-a-quadro.

Outra coisa interessante no concurso é a eleição dos vencedores. Além do trabalho selecionado sob avaliação do júri técnico, outro vencedor é eleito pelo júri popular, que vota através do site nos 20 trabalhos finalistas.

A temática do concurso é LIVRE e as animações devem ter a duração mínima de 30 segundos e podem chegar a máxima de 10 minutos.

O prazo para as inscrições encerra dia 23 de maio.

Há, os trabalhos vencedores serão exibidos na cerimônia de encerramento do ANIMA MUNDI, no Rio de Janeiro!

Inscrições e regulamento completo no site do concurso.

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Por | 09.mai.2011

Alice Braga está concorrendo ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria de Melhor Atriz, por sua atuação no filme “Cabeça a Prêmio”.

O filme, que marca a estréia do ator Marco Ricca na direção, é uma adaptação da obra homônima do escritor Marçal Aquino.

Em 2006, Alice levou o troféu por seu trabalho em “Cidade Baixa”, de Sérgio Machado.

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Por | 09.mai.2011

A mostra “Odete Lara, Atriz de Cinema” refaz a trajetória de uma das mais importantes musas do cinema brasileiro.

Consagrada nos anos 60 e 70, Odete Lara foi dirigida pelos principais diretores brasileiros, destacando-se em filmes como “Bonitinha, mas ordinária”, “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” e “Noite Vazia”.

A mostra, realizada pelo Centro Cultural Banco do Brasil, com curadoria de João Juarez Guimarães, exibirá 16 de seus longas-metragens no Rio de Janeiro, em Brasília e em São Paulo.

A carreira da atriz é ainda tema do documentário “Retratos Brasileiros: Odete Lara”, que terá uma exibição especial dia 12 no Rio de Janeiro, onde o cineasta Luis Carlos Lacerda e o jornalista João Carlos Rodrigues conversarão com o público após a sessão.

Informações:
Odete Lara, atriz de cinema

Rio de Janeiro (Programação completa disponível)
10 a 15 de maio, terça a domingo
Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Sala de Cinema 2
Rua Primeiro de Março 66, Centro

Brasília
17 a 29 de maio, de terça a domingo
Centro Cultural Banco do Brasil
SCES, Trecho 2, Conjunto 22

São Paulo
1º a 12 de junho, quarta a domingo
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema
Rua Álvares Penteado 112, Centro

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Por | 05.mai.2011

Começou ontem, dia 4, a celebração à diversidade do cinema brasileiro na capital francesa. Em sua 13ª edição, o Festival do Cinema Brasileiro de Paris iniciou suas atividades com a expectativa de atrair cerca de 6 mil pessoas.

Durante 14 dias, no sofisticado bairro Le Marais, 30 longas-metragens brasileiros serão exibidos aos parisienses.

Este ano o festival homenageia a dois indivíduos cujo trabalho deixou marcas intrínsecas na cultura brasileira, Jorge Amado (que teve suas obras literárias adaptadas inúmeras vezes ao cinema, televisão e teatro) e Nelson Pereira (diretor que contribuiu com diversas inovações técnicas e narrativas ao cinema brasileiro). Nelson estará no festival, acompanhando a exibição de seus filmes.

Sucessos de público nas salas de cinema e em festivais nacionais, como “Chico Xavier”, “Como Esquecer” e o recente “Malu de Bicicleta” serão exibidos na mostra.

O festival exibirá ainda o projeto inédito “4 X UPP”, coordenado por Cacá Diegues, onde 4 filmes dirigidos por cineastas de comunidades cariocas são interligados formando um único documentário. Na pré-estreia mundial do filme, dia 6 de maio, estarão presentes o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o secretário de segurança do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, e a secretária de cultura, Adriana Rattes.

A programação completa está disponível no site do evento.

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“A solidão é meu cigarro”, já dizia Zeca Baleiro. Em Natimorto, filme do diretor Paulo Machline rodado em 2009 e que estreiou na última sexta-feira, o trecho da música parece ser o mote de toda a história, apenas com a diferença de que a solidão é a dois.

Com tom de tensão e conflito bem carregado, o diretor leva às telas a atriz Simone Spoladore, que interpreta uma cantora, e o autor do livro que inspirou o longa, Lourenço Mutarelli,  que já havia adaptado outro livro para o indigesto O Cheiro do Ralo.

Diálogos arrastados e um tanto literários dão espaço para o público refletir sobre o equilíbrio, a dependência entre as pessoas e a degradação. Um drama com todas as letras e ruídos.

Um agente musical (Lourenço Mutarelli) tem costumes, no mínimo, intrigantes. Fumante compulsivo, vê as imagens antitabagistas dos maços de cigarro como cartas de tarô que definem o futuro. Às voltas com o fim do casamento, infeliz e sem perspectivas, ele conhece uma cantora (Simone Spoladore) e propõe viver com ela em um quarto de hotel até o fim da vida. O cigarro e a convivência são os temas centrais das vãs filosofias que o agente e a cantora discutem.
Elenco: Lourenço Mutarelli, Simone Spoladore, Betty Gofman.

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O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio de Janeiro recebe, a partir de hoje, a mostra Cinema Brasileiro – anos 2000, 10 questões.

Além de sessões com os longas produzidos de 2001 a 2010, a programação conta com debates sobre as 10 questões mais relevantes do cinema nacional, entre elas, “qual é a imagem do Brasil lá fora”, “que gêneros são nossos” e “subjetividade: modo ou moda?”.

Essa é a hora de analisar a produção da Retomada, quais foram os principais ingredientes para esse fomento, e o que isso reflete na sociedade brasileira e na forma do Brasil ver sua própria arte.

No Rio, a programação vai até 8 de maio. Hoje, serão exibidos os filmes ”Redentor”, às 13h30, “Baixio das Bestas”, às 16h e “O Signo do Caos”, às 18h. Com o Cinepasse (R$ 6), o público pode assistir a todas as sessões do projeto.

Com a curadoria de Eduardo Valente, Cléber Eduardo e João Luiz Vieira, a mostra também acontece na sede da CCBB de São Paulo até dia 1° de maio. Amanhã, por exemplo, tem ”Serras da desordem” às 13h, “A concepção” às 15h30 e “Jean Charles”, às 17h30. Para participar, basta chegar com uma hora de antecedência e retirar os ingressos.

O CCBB Rio de Janeiro fica na Rua Primeiro de Março, 66, Centro.

Em São Paulo, a sede é na Rua Álvares Penteado, 112, Centro.

Programação completa SP e RJ aqui. (vale a pena vasculhar o site do projeto e já fazer uma lista de títulos para assistir)

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A Cinemateca brasileira realiza, a partir de 26 de abril, uma mostra em homenagem à escritora Lygia Fagundes Telles, que completou 88 anos na última terça-feira (19).

Na programação, filmes selecionados por Lygia, como “O poderoso chefão”, “E o vento levou” e “O último tango em Paris”, e longas baseados em suas obras.

Destaque para “As meninas”, produção homônima ao livro publicado em 1973 e premiado em 1974 com um Jabuti. No longa, Drica Moraes, Adriane Esteves e Claudia Liz são três jovens que se conhecem em um pensionato em São Paulo durante a ditadura militar e se tornam muito próximas, apesar das diferentes personalidades.

A mostra ainda tem o documentário “Lygia por Lygia”, produzido por Paulo Markun e Ricardo Elias em 2009, com depoimentos e situações da vida da escritora interpretadas por atores.

A homenagem vai até 15 de maio. Todas as sessões acontecem na Cinemateca, que fica no Largo Senador Raul Cardoso, 207 (próximo ao Metrô Vila Mariana), em São Paulo. Ingressos custam R$ 8, e estudante paga meia.

Confira a programação completa aqui.

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