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Por | 02.dez.2011

O longa-metragem  ”A cadeira do pai” foi selecionado para participar do Festival Sundance 2012, que acontece de 19 a 29 de janeiro em Park City, nos Estados Unidos.  Estreia do diretor Luciano Moura nas telonas, o filme tem roteiro do próprio diretor e de Elena Soarez (Nome próprio, Os desafinados, Redentor).

Wagner Moura está no papel principal ao lado de Mariana Lima e Lima Duarte. O drama tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2012.

Sundance - Maior festival de filmes independentes dos Estados Unidos, premia documentários e longa-metragens de vários países exibidos em circuitos independentes.

Em “A cadeira do pai” , Theo Gadelha (Wagner Moura) é casado com Branca (Mariana Lima) e é pai de Pedro (Brás Antunes). Vindo de uma família tradicional de São Paulo, Theo passa a analisar suas relações familiares quando sua mulher pede divórcio e seu filho some de casa no dia do aniversário de 15 anos. Entre os questionamentos, Theo revê seu passado com o pai (Lima Duarte), que foi ausente durante toda a sua vida. 

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Por | 01.dez.2011

A partir de hoje, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo apresenta a mostra Brasil – Tela para Todos, que traz dez filmes nacionais a preços populares (R$ 4, inteira).

As exibições acontecem de quinta a domingo às 13 horas. Neste mês, o filme escolhido foi Antes que o mundo acabe. O longa, lançado em 2009, tem direção de Ana Luiza Azevedo e produção da Casa de Cinema de Porto Alegre.

O CCBB SP fica na Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo.

Daniel é um adolescente crescendo em seu pequeno mundo com problemas que lhe parecem insolúveis: uma namorada que não sabe o que quer, um amigo que está sendo acusado de roubo e como sair da pequena cidade em que vive. Tudo começa a mudar quando ele recebe uma carta do pai que nunca conheceu. Em meio a todas essas questões, ele será chamado a realizar suas primeiras escolhas adultas e descobrir que o mundo é muito maior do que a gente pensa. Direção Ana Luiza Azevedo (Barbosa, Curta-metragem). No elenco, Eduardo Cardoso, Murilo Grossi, Caroline Guedes, Bianca Menti, Eduardo Moreira, Janaína Kremer Motta, Pedro Tergolina.

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Por | 25.out.2011

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“Paz sem voz não é paz é medo”. Essa é uma das frases que resumem a densidade do discurso de Marcelo Yuka, personagem central de uma história sem bom-mocismo ou revolta, mas que tem muito a ensinar para a sociedade.

Há mais ou menos duas semanas, na iminência da volta d’O Rappa aos palcos, Yuka resolveu dar voz a si mesmo no documentário Marcelo Yuka no Caminho das Setas. E como em muitos outros momentos em que conta sobre sua vida, o músico diz sem medo de julgamentos e preconceitos.

O ex-baterista da banda, que ficou paraplégico em 2000 após levar nove tiros em um assalto, era a cabeça criativa e o líder d’O Rappa, e projetou o grupo na música brasileira com sucessos como Me Deixa, Rodo Cotidiano e a citada Minha Alma (A paz que eu não quero).

Por questões de dinheiro e porcentagens de direitos autorais, Yuka se desligou da banda, mas deixou registrados, e ainda deixa, seus questionamentos sobre a justiça social, a política e a sociedade brasileira.

No documentário, dirigido por Daniela Broitman, o músico e os ex-parceiros de banda expõem opiniões sobre a separação que, definitivamente, fincou um marco na carreira d’O Rappa e do próprio Yuka.

Mais do que isso, o filme mostra como o baterista encarou a “falta de paz” causada pelo acidente, lutando por acessibilidade para os deficientes físicos e levantando debates sobre a segurança pública no Brasil.

Marcelo Yuka no Caminho das Setas estreou no Festival do Rio na Mostra Competitiva da Première Brasil e ganhou o prêmio de melhor montagem para Jordana Berg.

Em São Paulo, foi selecionado para a 35ª Mostra Internacional de Cinema e tem duas exibições:

Sábado, 29 de outubro – 00h20

UNIBANCO ARTEPLEX 3 (Rua Frei Caneca, 569 -Shopping Frei Caneca – 3ºpiso)

Segunda, 31 de outubro – 14 horas

RESERVA CULTURAL 1 (Avenida Paulista, 900, Térreo Baixo, Bela Vista)

O documentário ainda não está em circuito comercial. Confira o trailer:

Direção e roteiro de Daniela Broitman com fotografia de Reynaldo Zangrandi, montagem de Jordana Berg e trilha sonora de Berna Ceppas.

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Por | 23.out.2011

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O Livro dos Espíritos é uma obra escrita por Allan Kardec no século XIX. Base de diversos grupos de estudo da doutrina espírita, nasceu na França mas, inegavelmente, se tornou livro de cabeceira de muitos brasileiros, reforçando a constatação de que o país é um dos alicerces do pensamento espírita no mundo.

Talvez por esse histórico, O Filme dos Espíritos possa ser visto como uma tentativa insípida de homenagear a obra de Kardec, caindo na frágil argumentação de que o tema dá grandes escalas de liberdade poética para o tratamento da história.
No longa-metragem de André Marouço e Michel Dubret, a morte, a vida, o que há além dela e como as pessoas lidam com isso são assuntos pontuais e dispersos em diversos enredos.

O Filme dos Espíritos foi costurado por meio da seleção de oito curta-metragens realizada pela produtora Mundo Maior Filmes, ligada à Fundação Espírita André Luiz e responsável por alguns meios de comunicação com caráter educativo e espírita. Por ser um projeto em que cada história tem argumento isolado, a tarefa de integrar personagens e situações se tornou aparentemente complicada de ser cumprida.

Na história que parece ser a central, Bruno Alves (Reinaldo Rodrigues) é um psiquiatra que ficou viúvo e vê o suicídio como resposta para seu desespero. O sentido da tragédia se inverte quando Bruno cruza com muitas pessoas, bastante aleatórias, que trazem questionamentos filosóficos sobre o rumo que ele está tomando.

Entre as passagens, encontra Levy (Nelson Xavier) que também é psiquiatra e atende pacientes nas Casas André Luiz, uma entidade assistencial que realmente existe e faz parte da Fundação.

O drama se desenrola com destaque para esses dois personagens, mas nem mesmo essa relação quase paternal entre Levy e Bruno faz do filme mais intenso.

Tudo é muito raso, desde as falas sobre a doutrina espírita às cenas em que se sugere comunicação entre os vivos e os mortos. Há poucos momentos emocionantes no longa, muito diferente da sensibilização que outros filmes, como Chico Xavier e Nosso Lar, geraram no público.

Diante de uma trama confusa, o público se detém às frases de efeito diluídas em cada história e à participação especial, porém pouco proveitosa, de Luciana Gimenez (madastra de Bruno).

É inegável perceber que não se considerou nem a profundidade e riqueza de O Livro dos Espíritos nem a linguagem fluida e educativa que um filme desses poderia ter.

O Filme dos Espíritos tem direção de André Marouço e Michel Dubret. Roteiro de André Marouço. No elenco, Reinaldo Rodrigues, Nelson Xavier, Ana Rosa, Briza Menezes, Alethéa Miranda, Ênio Gonçalves.
Participações especiais: Etty Fraser, Sandra Corveloni, Luciana Gimenez

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Por | 12.out.2011

Já é meio de praxe prestar atenção no letreiro inicial dos filmes nacionais para saber qual é a distribuidora, quem patrocinou, quem são os produtores. De uns tempos para cá, esses nomes têm sido cada vez mais plurais, revezando entre empresas de destaque no mercado cinematográfico como Conspiração Filmes, Lereby, Mobz, Morena Filmes, O2 Filmes, Vinny Filmes e Zazen Produções.

Agora, essas sete produtoras anunciaram uma nova estratégia de mercado para a distribuição de filmes brasileiros.

Ontem (11), o Festival do Rio foi palco para o lançamento da NOSSA Distribuidora, uma ideia que promete gerar mais oportunidades e competitividade nas bilheterias nacionais. A estratégia da associação, que funcionará como uma prestadora de serviços, é dar mais autonomia de ação aos produtores, visto que serão reduzidos os custos de transação e comercialização.

Com esse modelo alternativo, a produção do filme terá mais controle e participação no lucro gerado pela bilheteria, como explica o diretor José Padilha, da Zazen, em entrevista a UOL. 
“A gente está considerando a distribuição como um serviço. A NOSSA Distribuidora não vai investir recursos P&A (Prints and Advertising), vai fazer o planejamento de marketing para lançar os filmes e vai fazer toda a operação de distribuição, cobrança dos exibidores e o dinheiro vai direto para a conta do produtor. Agora o produtor vai ter que comparar o potencial do filme se gera lucro e quanto o filme custa para calcular se vale a pena fazer esse filme ou não”.

Para o início da NOSSA Distribuidora, já estão previstos 20 longas nacionais e 30 estrangeiros. O primeiro será Paraísos Artificiais de Marcos Prado e produção de José Padilha, com lançamento em janeiro de 2012.

 

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Por | 04.out.2011

Selton Mello, figura onipresente no cinema brasileiro, está prestes a lançar seu segundo filme como diretor. “O Palhaço” é um roadie movie que acompanha uma trupe de circo pelo interior do país. Benjamim, interpretado por Selton Mello, e Valdemar, vivido por Paulo José dão vida à dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Os dois seguem pelo interior do país em busca de aventuras e soluções para seus anseios filosóficos.

O filme ganhou os prêmios Melhor diretor, Melhor ator coadjuvante e Melhor figurino no Festival de Paulínia 2011. Não por menos, a direção de arte e a fotografia do filme são primorosas, como dá pra ver no trailer. “O Palhaço” estréia em 28 de outubro.

“O Palhaço” tem direção de Selton Mello (“Feliz Natal”) e roteiro de Selton Mello e Marcelo Vindicatto. Produção de Vânia Catani. No elenco, Paulo José, Selton Mello, Larissa Manoela, Giselle Motta, Teuda Bara, Álamo Facó, Cadu Fávero, Erom Cordeiro, Hossen Minussi, Maira Chasseroux, Thogun, Bruna Chiaradia, Renato Macedo, Tony Tonelada, Fabiana Karla.

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Por | 03.out.2011

“Amanhã Nunca Mais” é o primeiro longa do diretor Tadeu Jungle. Lázaro Ramos interpreta o protagonista Walter, um anestesista estressado que assume uma tarefa aparentemente simples: buscar o bolo de aniversário de sua filha. Mas a tarefa passa a exigir um esforço hercúleo, quando obstáculos prováveis e improváveis começam a surgir nas ruas da cidade.

O filme acabou de ganhar uma data de estréia: 11.11.11, data cabalística. Mas quem for ao Festival do Rio 2011 poderá assistir o filme em primeira mão.

“Amanhã nunca mais” tem direção de Tadeu Jungle e roteiro Marcelo Muller, Maurício Arruda e Tadeu Jungle. Produção de Paulo Roberto Schmidt. No elenco, Lázaro Ramos, Maria Luisa Mendonça, Fernanda Machado, Milhem Cortaz, Luis Miranda, Paula Braun, Anna Guilhermina, Vic Militello, Arthur Koll, Carlos Meceni, Imara Reis, e Victória Guerra.

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Por | 02.out.2011

O Festival do Rio começa na próxima quinta, dia 06 de outubro, e apesar do site ainda não estar no ar, a lista de filmes já foi divulgada. Abaixo você pode ver a seleção de produções brasileiras que estarão no festival. Uma boa parcela desta lista será exibida pela primeira vez. Outros, como “O Palhaço” de Selton Mello, já estiveram em Paulínia.

Veja a lista:

 

Competição Longas de Ficção

A Novela das Oito, de Odilon Rocha
Amanhã Nunca Mais, de Tadeu Jungle
Eu Receberia As Piores Notícias de Seus Lindos Lábios, de Beto Brant e Renato Ciasca
Girimunho, de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas, de Julia Murat
Mãe e Filha, de Petrus Cariry
A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Vinícius Coimbra
O Abismo Prateado, de Karim Aïnouz
Sudoeste, de Eduardo Nunes

 

Longas de Ficção Fora de Competição

Capitães da Areia, de Cecília Amado
Corações Sujos, de Vicente Amorim
O Palhaço, de Selton Mello
Os 3, de Nando Olival
Reis e Ratos, de Mauro Lima

 

Documentários em Competição

A Era dos Campeões, de Cesario de Mello Franco e Marcos Bernestein
Canções, de Eduardo Coutinho
Laiá, Laiá, de Alexandre Iglesias
Luz, Câmera e Pichação, de Marcelo Guerra, Gustavo Coelho e Bruno Caetano
Marighella, de Isa Grinspum Ferraz
Mentiras Sinceras, de Pedro Asbeg
Olhe Para Mim de Novo, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla
Os Últimos Cangaceiros, de Wolney Oliveira

 

Documentários fora de competição

Casa 9, de Luiz Carlos Lacerda
Uma Longa Viagem, de Lúcia Murat
Vida de Artista, de José Joffily

 

Novos Rumos

Paraíso, Aqui Vou Eu, de Walter Daguerre e Cavi Borges
ACru, de Jimi Figueiredo
Dia de Preto, de Marcos Felipe, Daniel Mattos e Marcial Renato
Rânia, de Roberta Marques
Teus Olhos Meus, de Caio Sóh
Vamos Fazer um Brinde, de Cavi Borges e Sabrina Rosa
Circular, de Adriano Esturilho, Aly Muritiba, Bruno de Oliveira, Diego Florentino e Fábio Allon
Espiral, de Paulo Pons
Retratos
Abdias Nascimento, Um Brasileiro do Mundo, de Aída Marques
Augusto Boal e o Teatro do Oprimido, de Zelito Viana
Bruta Aventura em Versos, de Letícia Simões
Cena Nua, de Belisário Franca
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Salgado Filho – O Herói Esquecido, de Ricky Ferreira

 

Premiere Latina

Carta Para o Futuro, de Renato Martins
Cuba Libre, de Evaldo Mocarzel

 

Mostra Expectativa

Tambores, de Sérgio Raposo
Vale dos Esquecidos, de Maria Carvalho Raduan

 

Panorama do Cinema Mundial

Rock Brasília, Era de Ouro, de Wladimir Carvalho

 

Mostra Itinerários Únicos

Um Dia com Frederico Morais, de Guilherme Coelho
Meia Hora com Darcy, de Roberto Berliner

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O curta mostra o dia-a-dia de um zumbi no ambiente de trabalho, ironizando sistema de cotas e abusando das referências aos filmes do gênero. Foi criado, do roteiro à edição, numa jornada de 12 horas, e recebeu Menção Honrosa do Júri no 9º Curta Santos.

“O Funcionário Zumbi” foi dirigido por Kauê Nunes (Manequim). No elenco, Rubens de Farias, Ludmilla Rossi, Rodrigo Budrush, Renato Galvão, Pedro Tozzini, Gabriel Caires.

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Por | 26.set.2011

O Mineiro e o Queijo

O diretor mineiro Helvécio Ratton prepara-se para lançar seu novo filme, um documentário sobre o queijo minas, um produto tradicional eleito patrimônio cultural do Brasil, que é proibido de ser comercializado em outros estados, além de Minas Gerais.

O doc quer levantar a discussão sobre a proibição, baseada numa lei federal de 1952, que atinge diretamente os pequenos produtores e produtores artesanais.

A estréia aconteceu na sexta, dia 23, em Belo Horizonte, e dia 30/09 o filme chega aos cinemas de Sâo Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza.

“O Mineiro e o Queijo” foi dirigido por Helvécio Ratton (O Menino Maluquinho, Uma onda no ar, Pequenas Histórias). Produção da Quimera Filmes.

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“Eu não quero voltar sozinho” mostra a relação de Leonardo, um jovem deficiente visual, com um novo amigo de escola. O curta foi um dos mais aplaudidos no Festival de Paulinia em 2010, e teve sua exibição proibida num projeto educativo no Acre.

“Eu não quero voltar sozinho” é dirigido por Daniel Ribeiro (Café com Leite). No elenco,  Ghilherme Lobo, Tess Amorim e Fabio Audi.

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Tropa de Elite 2, o filme de maior sucesso na história cinematográfica do Brasil, foi o escolhido para representar o país na categoria Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2012.

O longa de José Padilha, que atraiu 11 milhões de espectadores às salas de cinema, superou a marca de bilheterias de “Dona Flor e seus dois maridos” (1976), que havia registrado público de 10,7 milhões de pessoas.

É, incontestavelmente, um filme que conseguiu gerar debates, pensamentos e bordões na sociedade brasileira. Com a figura do capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura, Padilha conseguiu tratar de temas como corrupção, educação e desigualdade social.

A escolha foi divulgada pela comissão do Ministério da Cultura composta pela secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Dourado Santana; pelo presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco; pelo ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza; e pelos representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello.

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